Você pode ter desculpas ou resultados — nunca os dois

Quando você escolhe o Bem-Estar em vez das desculpas, abre espaço para os resultados que realmente importa.

Hoje escrevo este artigo para mim. Talvez ele ressoe com alguém aí do outro lado, mas, neste momento, é como se eu estivesse olhando para o espelho, tentando lembrar a mim mesma de algo essencial: você pode ter desculpas ou resultados — nunca os dois.

Nos últimos dias, venho me sentindo frustrada com meus resultados na transição de carreira. Estou saindo da engenharia para empreender como terapeuta — buscando construir algo mais alinhado com quem sou hoje. Só que nem sempre é fácil. Há dias em que parece que nada anda. Me vejo travada, inventando desculpas sutis para adiar o que precisa ser feito: criar conteúdo, planejar, estudar, me expor.

Foi hoje, durante uma aula de tênis, que algo clicou.

Enquanto tentava acertar um movimento aparentemente simples, minha mente começou a buscar justificativas: “o sol está muito forte”, “essa bola veio ruim”, “não sou boa nisso mesmo”. De repente, percebi: é o mesmo padrão de sempre.As mesmas desculpas de antes, só que com nova roupagem. O mesmo mecanismo que já usei por anos para justificar o que deixei de fazer.

Tênis sempre foi um desejo antigo. Desde jovem, eu dizia que queria aprender. Mas, durante anos, adiei: “não tenho tempo”, “é caro”, “não conheço ninguém para jogar”, “não tenho energia”. Por muito tempo, me encantei com a ideia, mas deixei para depois — para “quando sobrasse tempo”, “quando a vida desacelerasse”. E, claro, esse momento nunca chegava.

Até que, aos 38 anos, resolvi parar de esperar. Me inscrevi em uma aula experimental, sem nem ter uma raquete, e fui. Ali, mais do que o esporte, redescobri algo essencial: a sensação de me comprometer com algo que era só meu. Algo que exigia presença, disciplina e, principalmente, a coragem de ser iniciante.

Iniciar a jogar tênis me mostrou o quanto nossa mente é hábil em criar armadilhas para nos manter na zona de conforto. E hoje, no meio da quadra, percebi que essa mesma armadilha está viva na minha transição de carreira.

Quando digo que “não tenho tempo” para investir no que quero construir, sei que não é verdade. O que existe ali, por trás, é medo. Medo de errar. De não ser suficiente. De ser julgada. De fracassar.

Mas a verdade — ainda que desconfortável — é também libertadora: ou você alimenta suas desculpas, ou constrói seus resultados. Nunca os dois.

Escrevo este texto como um lembrete para mim mesma: se fui capaz de aprender a jogar tênis aos 38, também sou capaz de aprender a empreender com alma e propósito agora.

E você? O que tem deixado para depois? Qual desculpa tem usado para adiar um desejo verdadeiro?

A transição não é linear. Ela exige resiliência. A gente cai, erra, se frustra. Mas, como numa quadra, o importante é seguir tentando, bola após bola. Cada passo adiante é nosso.

Hoje, deixo aqui meu compromisso: menos desculpas, mais presença. Porque os resultados que desejo não virão das justificativas que crio, mas das escolhas que faço — todos os dias, mesmo que pequenas, desde que consistentes. Reafirmo meu compromisso com esse blog e principalmente com você que lê esse artigo.

E você? Vai escolher o quê?

Se esse texto falou com você de alguma forma, quero te convidar a continuar essa jornada comigo através do livro “Estar bem: a chave para os seus objetivos”. Nele, compartilho ferramentas, reflexões e experiências reais sobre como o nosso bem-estar interno é o ponto de partida para qualquer transformação verdadeira. Afinal, não é sobre fazer mais — é sobre estar melhor para realizar o que importa.

Vamos juntos Nessa Jornada? 

 

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Quem Está por Trás das Palavras

Sou Dayana Regina — formada em Engenharia Química, atuei durante anos como líder em uma grande multinacional. Mas, em 2018, algo dentro de mim começou a pedir mudança. E eu escutei.

Desde então, mergulhei profundamente no universo do autoconhecimento e do desenvolvimento pessoal. Unir a objetividade da ciência, a força da fé e a prática diária da mudança se tornou meu propósito — primeiro para transformar a minha vida, e agora para ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.

O que compartilho aqui não vem de uma posição de especialista inalcançável. Vem de quem já sentiu na pele o peso da desconexão, a sobrecarga, a culpa, e decidiu trilhar outro caminho. Cada insight, cada ferramenta, cada reflexão que divido com você foi, antes de tudo, experimentado por mim.

Meu desejo é que essas palavras sirvam como pontes. Que cheguem até você com verdade, acolhimento e praticidade — porque eu acredito, do fundo do coração, que mudanças reais acontecem de dentro para fora. E que estar bem não é um luxo, é a base.

VAMOS JUNTOS NESSA JORNADA!

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